
Chegando o final do mês de outubro há a comemoração do Dia das Bruxas, que os brasileiros, por falta de criatividade, copiaram e comemoram, só para parecer americanos. Nem "Dia das Bruxas" dizem mais. É "Halloween". Pra mim sempre será Dia das Bruxas. E é justamente nessa época que o macabro começa a permear a mídia.
Bem, por coincidência, passei a jogar Super Castlevania IV que envolve todo tipo de monstros e temores clássicos. Zumbis, Monstro de Frankenstein e os que estão na moda agora, vampiros. Mas não são os vampiros emos de "Crepucúlo" que você enfrenta aqui. É Dracula, e o seu maldito castelo, conhecido como Castlevania (daí o nome do jogo, dã).
É o tipo de jogo simples, mas que a atenção nos detalhes faz uma simples caminhada de um ponto "A" ao ponto "B" se tornar algo memorável. A arma principal é um chicote (ui), mas há armamento secundários, como machados, facas, cruzes (sabe, porque vampiros odeim cruzes), água tempo (mesma coisa que as cruzes) e um relógio que para o tempo. Vou repetir. Um relógio que para o tempo. Tais armas existem desde o primeiro Castlevania, mas se alguma coisa Castlevania IV demonstra é que é possível ter uma experiência diferente com os mesmos elementos de experiências anteriores.
Nesse caso a diferença fica na capacidade de imersão e na criatividade dos designs de fases. Você sente realmente que está em um castelo medieval, ou em uma caverna sombria. Os ossos de visitantes anteriores espalhados pelo cenário. É tudo crível, por mais incrível que seja. Mas além disso, a exploração do cenário se torna sobrenatural, te fazendo compreender como o fantástico pode ser tão atraente e, ao mesmo tempo, tão mortal.
Nesse caso a diferença fica na capacidade de imersão e na criatividade dos designs de fases. Você sente realmente que está em um castelo medieval, ou em uma caverna sombria. Os ossos de visitantes anteriores espalhados pelo cenário. É tudo crível, por mais incrível que seja. Mas além disso, a exploração do cenário se torna sobrenatural, te fazendo compreender como o fantástico pode ser tão atraente e, ao mesmo tempo, tão mortal.
Ele usa um ecletismo de inspirações para a criação de inimigos, cenários e até na música. Há variância entre músicas clássicas e até pequenas peças de rock. Seria estranho, se não fossem tão bem elaboradas.
Não tive a oportunidade de jogar Castlevania IV quando o Super Nintendo estava no seu auge, mas agora que experimentei, me arrependo de não tê-lo feito. Um clássico, de uma série clássica, antes dos personagens principais se tornarem emos superpoderosos.

